Cântico dos Cânticos não é um tratado filosófico sobre o amor, mas um recorte experimental do amor, com uma visão, maiormente, feminina do mesmo. Todas as metáforas querem produzir no leitor sensações do amor. Assim, a idéia de transformar o poema em ideologia está além do próprio poema que pretende em primeira instância, contar uma experiência inesquecível.
Tudo, no poema, aparece com o intuito de ser sensorial. O amor, segundo o poeta hebreu, é visual, olfativo, auditivo, oral e táctil. É a mistura de cheiros, sons, texturas, cores e expressões. É mais concreto do que sentimentos e mais abstrato do que idéias. Ao mesmo tempo em que se explica é inexplicável.
terça-feira, 28 de abril de 2009
sexta-feira, 17 de abril de 2009
kierkegaard
depois de um longo inverno de filosofia, resgatei uma de minhas melhores leituras: o desespero humano, de soren kierkegaard.
já no preâmbulo, uma das frases interessantes do livro: "a própria morte, não é mortal" (pg. 15).
o sábado é, além de tudo, uma lembrança disso...
shabat shalom
já no preâmbulo, uma das frases interessantes do livro: "a própria morte, não é mortal" (pg. 15).
o sábado é, além de tudo, uma lembrança disso...
shabat shalom
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